Se essa rota fosse minha

Caraíva

01/05/2016

Na hora de arrumar as malas para passear em Caraíva, não esqueça um par de chinelos e uma boa lanterna. As ruas do charmoso vilarejo são de areia fofa e nem adiantar tentar arriscar outro calçado para se deslocar por lá. E como a energia elétrica chegou há muito pouco tempo ao local, a iluminação pública é bem precária. Mas nada disso é problema! Até muito pelo contrário: as vielas e becos na penumbra e livres de carros dão um charme especial a Caraíva.

A simpatia e o sorriso fácil dos moradores são outro atrativo, o que faz muitos turistas gastarem boas horas perambulando por entre as casinhas coloridas do vilarejo. Mas não pense que as belezas de Caraíva terminam no centrinho do distrito. A praia, de areia branca e águas azuladas, é maravilhosa. E vale visitar a Barra, onde o Rio Caraíva encontra o mar e os turistas têm a chance de intercalar banhos em águas doce e salgada.

Uma dica para evitar surpresas desagradáveis em Caraíva é levar um dinheiro extra para as muitas taxas que se cobram por lá. Para entrar no vilarejo, paga-se R$ 10 de taxa de conservação; o estacionamento de carros custa R$ 20; para cruzar o rio, barqueiros cobram R$ 5 por pessoa. E não há banco ou caixa eletrônico em Caraíva. É preciso levar dinheiro em espécie.

 


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