Se essa rota fosse minha

Pampulha

29/03/2016

Da prancheta do arquiteto Oscar Niemeyer, o gênio do modernismo brasileiro, nasceu a Pampulha. O conjunto de prédios que desde a década de 1940 embeleza os 18 quilômetros de orla da lagoa concorrem agora ao título de patrimônio cultural da humanidade. Mais um motivo para correr lá e conferir de perto esse importante capítulo da história de Belo Horizonte.

 

A visita deve começar pela Igreja São Francisco de Assis, mais conhecida como Igrejinha da Pampulha. Além das linhas modernistas de Niemeyer, o templo exibe painéis de azulejos azuis de Candido Portinari e jardins projetados por Burle Marx. O interior da igreja também tem preciosidades, como as figuras de Portinari representando a Via Sacra. 

 

Igrejinha da Pampulha

 

 

 

 A partir dali, é só seguir a Avenida Otacílio Negrão de Lima para conhecer a Casa Kubitschek, que serviu de residência de fim de semana da família de JK nos anos 40, quando ele era o prefeito de Belo Horizonte. Mais adiante está o Museu de Arte da Pampulha, que funcionou como cassino até 1946 e hoje abriga um rico museu. Não deixe de visitar também a Casa do Baile, com seu amplo salão e uma vista maravilhosa do espelho d'água.

 

 

 

Entre uma visita e outra, contemple a natureza da Lagoa da Pampulha. Apesar da poluição, vivem ali famílias de jacarés e capivaras que costumam encantar as crianças.

 

 

 

Serviço:

Igreja São Francisco de Assis

Missas: às terças, às 20h; e aos domingos, às 9h30

Visitas: de terça a sábado, das 9h às 17h; domingos, das 11h às 14h.

 

Casa Kubitschek

Visitas de terça a sábado, das 10h às 17h

 

Museu de Arte da Pampulha

Visitas de terça a domingo, das 9h às 18h

 

Casa do Baile

Visitas de terça a domingo, das 9h às 18h

 


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